quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Banda Arsenic. Da cidade do forró para o Rock in Rio.

 
 
 
 
 
 
 
 
 

Depois de superar cerca de 45 mil bandas, dois meses de trabalho árduo e um cenário lotado de câmeras televisivas, a banda cearense “Arsenic” conseguiu a tão sonhada vaga no palco Mundo no Rock in Rio. Nesta disputa, os cearenses superaram os grupos Agnela, Gritos de Pais e Tri no programa Caldeirão do Huck, apresentado por Luciano Huck na TV Globo, e foram apontados pelo júri convidado como a revelação musical a se apresentar no Rock in Rio.  
 
A escolha foi feita por um júri formado pelo presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, com apontamentos dos músicos Júnior Lima e Lucas Lima, além da empresária Roberta Medina e da gerente de marketing Teresa Penna. “Sempre fizemos o som que a gente quis, que a gente gosta de fazer – um som com sinceridade. Sem se preocupar com rótulos, com o que vão pensar”, aponta Gui, vocalista e guitarrista da “Arsenic”, se preocupando em parabenizar também as outras três concorrentes à final do bloco. 
 
Além da chance no palco Mundo, a banda também recebeu um prêmio de R$ 30 mil em dinheiro, um carro para cada integrante e um investimento de R$ 200 mil dado pela gravadora Som Livre para a carreira dos roqueiros cearenses..
Fonte: O Povo

domingo, 2 de outubro de 2011

Rock in Rio anuncia que próximo festival no RJ será em setembro 2013

 
A Organização do Rock in Rio e a Prefeitura do Rio divulgaram em primeira mão para o Jornal Nacional neste sábado (1) a realização da próxima edição do festival na cidade em setembro de 2013. Os dias ainda não foram definidos.
Fonte: G1 (www.g1.globo.com)

G1 faz balanço do 6º dia de Rock in Rio; veja fotos e vídeos

O sexto e penúltimo dia do Rock in Rio foi o dos casais. Quem foi até a Cidade do Rock neste sábado (1) pôde acompanhar uma boa mistura das guitarras com letras românticas, equação perfeita para quem foi acompanhado (ou arranjou um par ali dentro).

Grande atração da noite, o Coldplay entregou aquilo que o público esperava: hits com músicas novas em uma apresentação repleta de lasers e fogos de artifício. Antes, também no Palco Mundo, teve Frejat, Skank e Maroon 5, que provocou histeria (feminina e gay) graças ao vocalista Adam Levine.

No Sunset, o destaque foi o show de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos, que trouxe releituras da Jovem Guarda e ajudou o Tremendão a dar a volta por cima no festival: as vaias que ele recebeu em 1985 repercutem até hoje. Confira abaixo o balanço deste 6º dia.Negra Li fez participação oficial no show do Skank (Foto: Flavio Moraes/G1) 
Negra Li fez participação especial no show do Skank (Foto: Flavio Moraes/G1)
Em um dia dominado pelos homens tanto no Palco Sunset quanto no Palco Mundo, Negra Li deu um toque de charme feminino à apresentação do Skank. Ela fez participação especial na música “Ainda gosto dela”.

No show que abriu o Palco Mundo deste sábado (1) Frejat apresentou sucessos do Barão Vermelho, da carreira solo e alguns covers. O show teve clima "família" e contou com a participação de Rafael, seu filho de 15 anos, em duas músicas. O garoto, que tem uma banda com o filho do Kid Abelha George Israel, fez bonito no solo de guitarra em "Malandragem".


Um dos principais artistas nacionais do Rock in Rio de 1985, Erasmo Carlos não tem lá boas lembranças do festival: foi vaiado por ter sido escalado no dia do metal. Nesta noite, o Tremendão se redimiu e, com releituras da Jovem Guarda, saiu aplaudido após o show que fez ao lado de Arnaldo Antunes no Palco Sunset.

Em show que deixou boa parte do público feminino e gay histérico (leia-se, por causa de Adam Levine), o Maroon 5 foi responsável por um dos momentos mais bonitos deste Rock in Rio ao deixar "She will be loved" para o final: o vocalista "dividiu" a plateia em um dos maiores coros desta edição - e dedicou-a "às brasileiras sexies".


Em suas últimas apresentações, o Coldplay sempre arriscou uma cover. No Rock in Rio a escolhida foi "Rehab", de Amy Winehouse - na verdade, apenas o refrão dela entrou timidamente antes de "Fix you". Mesmo assim foi emocionante (vale lembrar que Chris Martin a tocou pela primeira vez em agosto, em um show na Austrália).


Por falar em Coldplay, Chris Martin entregou na penúltima noite do Rock in Rio aquilo que o público esperava: uma mistura de hits e músicas novas dentro de um show recheado de jogos de lasers, fogos de artifício e muitos coros da plateia. A performance de "Viva la vida!" que o diga.


Poucos trabalharam tanto nos palcos do Rock in Rio quanto o guitarrista Andreas Kisser. Além de ter tocado com a sua própria banda, o Sepultura, ele ainda fez o show no Palco Sunset com Ed Motta e o português Rui Veloso, deu canja para o Motörhead e, neste sábado, participou do show do Maná. Não se surpreenda se Kisser reaparecer no domingo, último dia de Rock in Rio.

"Vivir sin aire", dos mexicanos do Maná, fez muito sucesso no Brasil ao ser a música-tema das personagens Clara e Rafaela, da novela "Mulher apaixonadas", de 2003. Quando ela foi tocada neste sábado, acabou sendo a trilha sonora perfeita para embalar os casais apaixonados.

Galera aproveita intervalos dos shows para brincar até com os cestos de lixo na Cidade do Rock, na noite deste sábado (1º).  (Foto: Glauco Araújo/G1) 
Galera aproveita intervalos dos shows para brincar até com os cestos de lixo na Cidade do Rock, na noite deste sábado (1º).  
 Fonte: www.g1.globo.com
(Fotos: G1)

sábado, 17 de setembro de 2011

Yoko Ono libera íntegra de documentário pacifista com John Lennon.

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 Yoko Ono, artista plástica e viúva de John Lennon, disponibilizou no YouTube a íntegra do documentário Bed Peace, que foi gravado pelo casal em 1969 e discutia a paz mundial.
 
O filme, que tem 70 minutos de duração. Nele, Yoko e Lennon ficam o tempo todo deitados na cama de um hotel protestando contra a Guerra do Vietnã. O casal convidou jornalistas e debateu o assunto com eles. 

"John e eu éramos tão ingênuos em pensar que fazer um protesto na cama ajudaria a mudar o mundo", lembrou Yoko Ono, em seu site oficial, o motivo do filme. "O que dissemos à época poderia ser dito nos dias de hoje", disse.
 
O principal motivo de Yoko ter divulgado o vídeo gratuitamente é para que sirva de inspiração para os jovens ativistas dos dias de hoje.
No comunicado, a artista ainda lembra que a guerra pode acabar. "Cabe a nós e a mais ninguém. John gostaria de dizer isso", escreveu.

O filme foi gravado durante uma semana e até agora tinha somente cópias em VHS.
Yoko postou uma mensagem com o filme. Leia abaixo:

"Queridos amigos, 
Em 1969, John e eu éramos muito ingênuos por acreditar que o Bed-In iria ajudar a mudar o mundo. Bom, pode ter mudado. Mas na época nós não sabíamos.

Porém, foi bom termos filmado. O filme é poderoso agora. O que dissemos na época, poderia ser dito agora.

Na verdade, tem coisas que falamos no filme, que podem dar alguma coragem e inspiração para os ativistas de hoje. Boa sorte a todos nós.

Vamos nos lembrar que ‘a guerra acabou’, se quisermos.

Está em nossas mãos e de mais ninguém. John diria isso.

Amor, Yoko”.
          Fonte: 'www.territoriodamusica.com.br' e 'kissfm.com.br'

Banda de rock de brasileiros agrada os ouvidos de Produtor nos EUA


Paulistanos da "Cruz" vivem sonho com a perspectiva de estourar nas rádios norte-americanas.
 
Imagine que você tenha uma banda de rock com amigos. Um belo dia, um consagrado produtor musical norte-americano ouve o som de vocês, curte e decide apostar no projeto. Essa situação é o sonho de diversos músicos brasileiros que buscam um lugar ao sol, certo? Pois foi exatamente isso o que aconteceu com a Cruz.
 
Composta por cinco paulistanos, a banda está radicada há três anos em Los Angeles, na Califórnia, e, enquanto se prepara para ser oficialmente lançada nos Estados Unidos, realiza neste mês uma miniturnê pelo Brasil.
 
Com Enrico Minelli no vocal, Filipe Pampuri e Rafael Kumelys nas guitarras, José Orlando no baixo e Daniel Pampuri na bateria, o grupo tem como padrinho o produtor norte-americano Jay Baumgardner, conhecido por já ter trabalhado com grandes nomes como Papa Roach, No Doubt, Linkin Park, Evanescence e Godsmack.
 
O encontro com Baumgardner não aconteceu por acaso, mas o convite para assinar um contrato com o selo musical recém-criado pelo produtor foi inesperado. Era o ano de 2008. O grupo havia gravado um CD demo todo em inglês em São Paulo e, em busca de aprimorar o som, embarcou para os Estados Unidos com dinheiro emprestado por familiares para masterizar e mixar o projeto.
 
O estúdio escolhido foi o de Baumgardner, o NRG Recording Studios, um dos mais conceituados da terra do Tio Sam. Durante o trabalho, o som acabou chamando a atenção do produtor e a mixagem do CD, que seria feita por ele em dez dias, levou um mês para ficar pronta.
 
Trabalho encerrado, passagens compradas, era hora de retornar ao Brasil. Foi aí que Baumgardner fez a proposta aos integrantes da banda. “Fomos até os Estados Unidos para ficar com um som profissional. Não tínhamos ambição de nada até então. Como ele gostou do nosso trabalho, perguntou se aceitaríamos ficar por lá e fazer um disco. Topamos na hora”, conta o vocalista Enrico Minelli.
 
Os músicos rasgaram os bilhetes aéreos para o Brasil e, de maneira improvisada, acabaram dormindo em carros e nas casas de integrantes de outras bandas que também gravavam no NRG, dos quais ficaram amigos.
 
“Não podíamos voltar para casa e deixar a coisa esfriar. Como o dinheiro inicial havia acabado, pegamos grana de onde dava. Eu e meu irmão vendemos guitarras e outros equipamentos que tínhamos em um estúdio em São Paulo. O Rafael vendeu o carro. Juntamos tudo”, recorda Pampuri.
 
Facilitou o fato de eles já serem fluentes na língua de Shakespeare. Enrico Minelli tinha morado na Austrália, Filipe Pampuri nos Estados Unidos e José Orlando na Inglaterra. Ainda assim, o grupo ficou com receio de como seria a aceitação do público norte-americano. Brasileiros fazendo rock em inglês poderia soar estranho. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário. “Tínhamos um pouco de medo de como seria a receptividade da galera. Mas, quando falamos que somos do Brasil, as pessoas se amarram. Pedem para contar como fomos parar lá e começamos a trocar ideias”, diz Minelli.
 
O grupo tem feito em média sete shows por mês nos Estados Unidos e possui um público cativo. Entre os lugares onde a banda se apresentou estão a casa The Rocks, onde já pisaram os lendários Rolling Stones e Led Zeppelin, e até uma festa beneficente na mansão da Playboy. O melhor show para eles, no entanto, aconteceu no The Vipper Room, um clube noturno localizado em West Hollywood, na Califórnia, que já pertenceu ao ator Johnny Deep. “É relativamente pequeno, mas possui uma acústica perfeita”, diz Pampuri.
 
Mesmo a pleno vapor, o lançamento oficial do grupo, com estratégia para tocar nas rádios e fazer apresentações na TV, está marcado para o início do ano que vem, quando a Cruz vai iniciar uma turnê pelos Estados Unidos.
 
Leia mais e assista os clips em: www.territoriodamusica.com.br 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Zimbo Trio



Mais uma vez a parceria entre Marcelo Fróes (produção executiva) e Ricardo Carvalheira (remasterização) acerta em cheio. E o resultado agora é "Zimbo Trio", uma caixa com os clássicos seis primeiros discos do Zimbo Trio reeditados e remasterizados.

Com autorização da banda e da RGE/Som Livre, que lançou os discos originalmente, "Zimbo Trio" é composto pelos álbuns "Zimbo Trio" (1964), "Zimbo Trio Vol. 2" (1965), "Zimbo Trio Vol. 3" (1966), "Zimbo Trio + cordas: É Tempo de Samba" (1967), "Zimbo Trio + cordas: Vol. 2" (1968) e "Zimbo Trio + metais: Decisão" (1969).

Nesse período, a música instrumental do grupo - uma mistura de MPB, Jazz e Bossa Nova - introduziu a idéia de que o erudito e o popular podiam caminhar juntos. O trio então contava com Amilton Godoy (piano), Luíz Chaves (contrabaixo) e Rubinho Barsotti (bateria). O contrabaixista faleceu em 2007 sendo substituído por Itamar Collaço. Atualmente é Mario Andreotti quem assume o instrumento.
Além da remasterização, alguns discos ganharam faixas adicionais, como as versões ao vivo de "Garota de Ipanema" (Tom Jobim e Vinícius) e "Nanã" (Moacir Santos e Mário Telles) que aparecem no primeiro volume.

Para quem já conhece a bela música do Zimbo Trio, o lançamento é indicado para ter em mãos - e a o alcance dos ouvidos - essa coletânea de boa música. Aos que não conhecem, a dica é descobrir que a música brasileira é rica e vai além de sambas enredo e do pop insosso e produzido em série atualmente.

Para atiçar sua vontade de ouvir o Zimbo Trio, abaixo segue o video promocional do DVD "Zimbo Trio 45 Anos & Grupo Sinfônico Arte Viva", com regência de Amilson Godoy.

Fonte: www.territoriodamusica.com.br

domingo, 7 de agosto de 2011

Veja quantos trechos de músicas são acompanhados com apenas 4 Acordes..


Esse grupo de músicos reuniu grandes sucessos da música pop, executando trechos que são acompanhados pelos mesmos "quatro acordes"... 

Isso nos faz refletir sobre um numero de possibilidades que se pode compor usando apenas as 12 notas da nossa notação musical.. Muito interessante!!!